categorias de violência

Violência é uma palavra que não tem tradução na língua Guarani. O que estaria mais próximo de uma tradução desta palavra seria reko vai, que significa ‘viver ou se comportar de maneira ruim ou negativa’.

 

Neste mapa você encontrará quinze categorias como maneiras com as quais violência afeta nossos corpos de mulheres Kaiowá e Guarani. Nem todas as mulheres pensam igual e as categorias se sobrepõem e que não podem ser compreendidas de maneira independente.


Nossa luta teve que seguir a maneira karaí (não-indígena) de kuatia (documentação). Fomos forçadas a entender esse processo violento de genocídio e colonialismo dos nossos corpos em Português. É importante notar que escrever sobre o processo de genocídio e colonisação dos nossos corpos na língua karaí pe uma violência por si só.

A violência do Estado brasileiro

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A maior violência contra a vida das populações indígenas vem do Estado Brasileiro, o Judiciário, executivo e legislativo que estão com o poder de decisão nas mãos. Há pouco retorno do Estado brasileiro, que insiste em não acatar as demandas do povo Guarani e Kaiowá. 

Uma das maiores violências praticadas pelo Estado Brasileiro é a não demarcação de terras indígenas. A retirada forçada de terras originalmente indígenas também fazem parte desta categoria.  Não há incentivo, muito menos esforço em mudar essas escritas que já foram hierarquizadas nas esferas social, jurídica, política e moral. São inúmeras formas de genocídio e epistemicídio, uma negação de direitos, geográfica, identitária e criminalização do povo Guarani e Kaiowá, que segue de geração em geração

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A violência do Estado brasileiro

A maior violência contra a vida das populações indígenas vem do Estado Brasileiro, o Judiciário, executivo e legislativo que estão com o poder de decisão nas mãos. Há pouco retorno do Estado brasileiro, que insiste em não acatar as demandas do povo Guarani e Kaiowá. 

Uma das maiores violências praticadas pelo Estado Brasileiro é a não demarcação de terras indígenas. A retirada forçada de terras originalmente indígenas também fazem parte desta categoria.  Não há incentivo, muito menos esforço em mudar essas escritas que já foram hierarquizadas nas esferas social, jurídica, política e moral. São inúmeras formas de genocídio e epistemicídio, uma negação de direitos, geográfica, identitária e criminalização do povo Guarani e Kaiowá, que segue de geração em geração